sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Os Nove Passos da Aprendizagem

Pessoalmente penso que a utilização desta metodologia (os nove passos de Gagne) é posítiva e faz todo o sentido, o sucesso da parceria formador-formando passará pela implementação destes princípios.
Cativar a atenção dos formandos através de imagens ou sequências de vídeo, sempre que se inicia uma nova matéria é muito importante para que exista motivação para o estudo.
É igualmente importante dar a conhecer os objectivos a atingir, para os formandos compreenderem as vantagens daquilo que vão aprender.
Fazer a ligação entre sessões de trabalho, para se estimular a recordação ajuda e motiva.
Sempre que se inícia uma nova matéria, através da informação, deve-se utilizar mecanismos que demonstrem de forma simples e clara a matéria em estudo.
Guiar a aprendizagem é muito importante porque aprender a aprender implica correcções, comparações, modificações, sugestões, uma evolução natural da aprendizagem.
Outra das fases imprtantes é sem dúvida o aliciar à prática associada ao feedback, onde por meio de exemplos práticos feitos pelos formandos (como forma de aplicação da teoria), se podem introduzir correcções (positivas), com vista à sua melhoria contínua.
Avaliar a performance é também um modo de conferir qualidade ao processo de aprendizagem pelo que deve ser feito de modo positivo.
Acentuar a retenção e a transferência de conhecimentos para a prática faz-se corrigindo, praticando, criando auto-crítica, estimulando o auto-didatismo e a capacidade de trabalhar em equipa.
Após a leitura e o trabalho sobre este módulo, verifico nas minhas (poucas) acções de formação alguns dos princípios de Gagne, no entanto, penso que de futuro deverei introduzir alterações no planeamento das minhas aulas de forma a tirar o melhor partido deste método.

Actividades em formação online

Tema: Higiene e Qualidade Alimentar – Introdução ao HACCP

Objectivos: No final desta actividade cada formando, deverá ser capaz de identificar os perigos, os pontos críticos de controlo, estabelecer e implementar um sistema de controlo/monitorização, e respectiva lista de verificação.

Publico alvo: Gerentes de Messes, Chefes de Mesa e Cozinheiros Chefes.

Técnicas: Segundo a tipologia de Paulsen – “One-online techniques” e fórum.

Materiais didácticos:
- www.haccp.com
-www.iso.org.
- www.codexalimentarius.net
- http://pt.wikipedia.org/wiki/haccp


Cronograma:

- 1º e 2º dias – Leitura e visualização dos recursos disponibilizados (materiais didácticos)
- 3º e 4º dias - Identificação dos perigos e pontos críticos de controlo
- 5º e 6º dias – Elaboração de um sistema de controlo/monitorização e respectiva lista de verificação
- 7º dia - Descarga dos ficheiros Word no fórum de trabalho, com o titulo de “HACCP”


Instruções:
- Cada formando deverá na respectiva área de trabalho (armazéns/câmaras/cozinha/salas de refeição) identificar um perigo e o seu ponto crítico.
- Cada formando deverá criar em ficheiro Word um sistema de controlo/monitorização de pontos críticos.
- Cada formando deverá ler os trabalhos de todos os participantes no fórum e colocar possíveis dúvidas e comentários. - O fórum estará aberto durante os sete dias do curso, encerrando às 17H00 do 7º dia.

“Integração dos cursos de especialização tecnológica-CET, na Força Aérea Portuguesa”

Como todos deverão saber, o CET é uma formação pós-secundária não superior que visa conferir qualificação profissional de Nível 4.
Características:
- Formação técnica de alto nível;
- Qualificção que inclui conhcimentos e capacidades de nível superior;
- Capacidades e conecimentos que permitem assumir, de forma independente, responsabilidades de concepção e/ ou de direcção e gstão.


Reflexão
Depois deste pequena introdução e atendendo a que a direcção indicada da reflexão será a integração dos CET na FAP, coloca-se uma pergunta:
- Vanatagens ou desvantagens para a FAP?
Na minha perspeciva, muitas vantagens.
1. Ser mais um atractivo ara o ingresso nas fileiras dos nossos jovens, porque visa dotar oindivíduo de formação especializada em diferentes áreas tecnológicas, permitino a sua inserção no mercado de trabalho.
2. Dotar a FAP de mão-de-obra mais qualificada, recorrendo a elementos já nas fileiras e prepará-los para uma componente mais prática.
3. Como diz o DL 88/2006 artigo 19º, a formação a ministrar no âmbito destes cursos, pode ser assegurada por instituições de índole diversa. Logo, será relativamente fácil para a FAP, sendo uma instituição que já ministra vários cursos com credenciação e validação, ser autorizada a ministrar este tipo de curso.
4. A existência na FAP em tempo real dos recursos humanos, pedagógicos e materiais, designadamente instalações e equipamentos, indispensáveis para garantir a implementação de um curso deste género na organização.

Termino esta minha pequena reflexão/opinião, sobre a integração dos CET na FAP, deixando uma pergunta pra discussão e opinião:
- Será que não se poderia reformular o CFS 12º ano, com o obectivo de dotar os nossos militares de uma qualificação profissional de Nível 4?

Psicologia da Aprendizagem

Têm sido inúmeras e variadas as acções de formação em que tenho tomado parte, de interesse diversificado, umas que marcaram mais do que outras, até porque a experiência de vida vai dando outro sentido à formação adquirida e à maneira como a encaramos enquanto utilidade e novidade.
Não irei indicar uma acção de formação, mas duas, visto que foram feitas com sentido e interesse muito diferente, mas que me marcaram bastante.
A primeira foi o CFPF, realizado à cerca de 5 anos atrás, que me marcou bastante, porque até aí a minha experiência na área era nula e, como tal, tudo foi tão intenso e importante, que me marcou de forma positiva.
Desde o curso em si, ao contacto com os formadores, todos eles tão diferentes, mas sempre disponíveis, até ao sentido de entre ajuda e camaradagem entre todos os formandos, nos mais diversos trabalhos que durante o curso tivemos que efectuar. De tudo o que me marcou, o mais importante foi perceber a importância da tecnologia de computadores no apoio à aprendizagem e formação dos formandos e da transmissão de saberes e experiência por parte dos formadores.
A segunda foi a frequência à cerca de 4 anos do CPSCH, onde a experiência adquirida no CFPF me foi muito importante para os diversos trabalhos a afectuar e a apresentar.
Marcou-me muito a importância da camaradagem dentro dos diversos grupos de trabalho criados pelos formadores, até porque a experiência de vida dá-nos a noção da importância de cada um de nós dentro de cada grupo de trabalho porque, ao sermos de várias especialidades, tinhamos que nos completar para atingir os objectivos propostos.